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Bagada escrito em 14 de Janeiro de 2026

Urgente: PF desliga ar-condicionado próximo à cela de Bolsonaro

A Polícia Federal iniciou nesta semana o desligamento diário da central de ar-condicionado localizada ao lado da cela onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso desde 22 de novembro, em Brasília.

 

O sistema passa a ser desligado às 19h30 e religado às 7h30 do dia seguinte, período em que o prédio da Superintendência da PF funciona apenas com plantão para ocorrências em flagrante. 

 

O equipamento vinha sendo alvo de críticas do ex-presidente, de familiares e da equipe de defesa. Carlos Bolsonaro afirmou em entrevistas que o aparelho gerava “ruído intenso, alto e constante”, prejudicando o sono e a alimentação do pai.

 

No início do mês, os advogados de Bolsonaro enviaram petição ao STF alegando que a cela não garante “condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde” e que o ruído ultrapassava mero desconforto, configurando perturbação contínua à integridade do ex-presidente.

 

A defesa sugeriu medidas como adequação do equipamento, isolamento acústico, mudança de layout ou soluções equivalentes. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu prazo de cinco dias para que a Superintendência da PF fornecesse informações sobre a situação.

 

Em resposta, a PF reconheceu a existência do ruído, mas afirmou que reduzir ou eliminar o barulho exigiria obras estruturais que comprometeriam o funcionamento do prédio.

 

Investigadores ouvidos pela CNN Brasil afirmaram que o desligamento parcial do sistema foi a alternativa mais rápida, sem prejudicar o trabalho da Superintendência.

 

Eles também relataram dificuldades para lidar com um custodiado em uma cela destinada a presos temporários, o que afetou a rotina da equipe.

 

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por cinco crimes e permanece preso na PF desde novembro. A defesa busca a concessão de prisão domiciliar, pedido já negado anteriormente pelo STF. E mais: ‘Mini tsunami’ atinge Argentina, deixa vítima fatal e feridos em Buenos Aires.

 

Foto: Ag. Senado

Fonte: CNN

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