Bagada escrito em 1 de Fevereiro de 2026
Um ginecologista da cidade de Pau, no sudoeste da França, foi suspenso após se recusar a atender uma mulher trans, alegando que seu consultório era destinado exclusivamente a mulheres cis e que não possuía preparo para atender pessoas trans.
O caso veio à tona depois que a paciente relatou o episódio em uma avaliação online, o que rapidamente gerou revolta nas redes sociais, repercussão na imprensa e manifestações de entidades ligadas aos direitos humanos.
Especialistas apontam que o episódio reacendeu um debate intenso sobre discriminação, ética médica, liberdade profissional e acesso igualitário à saúde - temas que dividem opiniões dentro e fora da Europa.
Após análise do Conselho Regional de Medicina da Nova Aquitânia, o médico recebeu uma sanção disciplinar de seis meses de suspensão, sendo um mês de afastamento imediato.
O caso expõe o choque entre convicções pessoais, diretrizes médicas e políticas de inclusão — e promete continuar rendendo polêmica.
Reprodução: Álvaro Max



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