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Bagada escrito em 2 de Julho de 2024

Jornalista Muriu Mesquita lança livro “Mirante do Alagamar”, nesta quinta-feira em Natal

O jornalista Muriu Mesquita lança nesta quinta-feira (4 de julho), no Temis Bar, que fica na sede social do América em Natal, o livro “Mirante do Alagamar”. A obra, de 214 páginas, traz histórias de um repórter de TV com nome de praia, memórias de infância e juventude do autor, além de escritos de seu avô, o poeta e cronista potiguar Luís de Paula e Sousa (em memória). A edição do livro é do jornalista Osair Vasconcelos, da Z Editora, com prefácio do advogado e professor Joanilson de Paula Rêgo. A capa é ilustrada com uma pintura de Ponta Negra e a praia de Alagamar retratada em vista aérea pelas pinceladas do artista plástico Túlio Ratto.

O evento de lançamento acontecerá no dia espaço que fica na sede do América, na Avenida Rodrigues Alves, bairro Tirol, a partir das 18 horas, e terá música ao vivo com Diogo Das Virgens, além da exposição de alguns trabalhos artísticos de Túlio Ratto. Toda a renda obtida com a venda do livro será destinada à Comunidade Terapêutica Nova Aliança, que há 20 anos desenvolve em Pium (RN) atividades de apoio a pessoas que enfrentam a dependência química.

Sobre o livro

Em “Mirante do Alagamar”, Muriu Mesquita observa o mundo, a partir de um lugar figurativo, no cume de uma duna, entre as praias de Ponta Negra e Alagamar, em Natal, de onde ele descreve aquilo que vê ao seu redor, desde os tempos de criança até a transição para fase adulta. Por ser jornalista, o autor apresenta os capítulos em ritmo de notícia, com uma variedade de temas, personagens reais e acontecimentos que se entrelaçam com sua própria história de vida. Muriu flerta com a crônica em algumas partes, em outras aposta no olhar sensível e na narrativa imersiva para transportar o leitor a lugares interessantes, construir memórias, e despertar reflexões sobre o sentido da vida.

Na segunda parte, Muriu Mesquita realiza um sonho: publicar poemas inéditos e uma coletânea de crônicas de seu avô, Luís de Paula e Sousa, a quem não conheceu em vida mas sempre interagia por meio da leitura.

“Enquanto nos deliciamos com sua narrativa de travessuras, brincadeiras ou acontecimentos corriqueiros da vida de criança, do adolescente e do jovem de repente nos damos conta de como a vida ganha esse sentido amplo, contextual, como se vista do alto de uma montanha. Muriu faz isso com graça ao escrever uma memória rica em detalhes e na captura das emoções sentidas em cada fato vivido, explica o editor Osair Vasconcelos.

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