Bagada escrito em 16 de Abril de 2026
Os alunos do campus Butantã da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, nesta quarta-feira (15/4), aderir à greve dos funcionários e paralisar suas atividades por tempo indeterminado. A medida foi aprovada na assembleia geral, convocada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) Alexandre Vannucchi Leme e realizada no vão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP).
A partir de agora, estudantes de cada instituto farão reuniões individuais para definir se seguem a posição ou não. Alguns cursos como Química, Arquitetura e Urbanismo, Design e História, além do Instituto de Geociências (IGC-USP), já optaram pela greve. Durante a semana, outras unidades irão debater suas posições. Veja abaixo:
16/04
– Psicologia (Butantã).
– Instituto de Matemática e Estatística (IME).
– Instituto de Oceanografia (IO).
– USP São Carlos.
– Letras.
– Escola Politécnica (POLI).
– Geografia.
– Enfermagem.
– Ciências Sociais.
17/04
– Instituto de Relações Internacionais (IRI).
– Farmácia (Butantã).
– Biologia.
– Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional (FOFITO).
– Escola de Comunicações e Artes (ECA).
A assembleia desta quarta contou com a presença de alunos de cursos variados, que votaram de forma unânime a favor da suspensão de atividades.
Entre as principais reivindicações levantadas pelos alunos, estão: melhores condições dos bandejões e fim da privatização, aumento do valor do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE) para um salário mínimo paulista, ampliação dos programas de permanência estudantil, defesa dos espaços estudantis, e isonomia entre docentes e funcionários.
Os alunos da universidade já haviam feito uma paralisação nesta terça-feira (14/4) em defesa das demandas e também em apoio à greve dos funcionários, aprovada pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), que reivindicam reajuste salarial e benefícios oferecidos aos professores.
Reprodução: Metrópoles


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