Bagada escrito em 8 de Fevereiro de 2026
Não se trata de exagero, mas de uma realidade comprovada por estudos e pela prática clínica. Crianças cada vez mais novas vêm apresentando crises intensas de ansiedade, comportamentos agressivos, episódios de dissociação, insônia, atrasos no desenvolvimento emocional e até quadros que exigem internação, fortemente ligados ao uso precoce e excessivo de telas.
O cérebro infantil não foi projetado para lidar com estímulos constantes, rápidos e artificiais. Ele precisa de interação humana, movimento, momentos de tédio criativo, presença e limites.
O excesso de tela não ajuda a regular emoções. Não educa. E, principalmente, adoece. O que hoje parece prático pode se transformar em um problema profundo amanhã.
Reprodução: ScienceDaily



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