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Bagada escrito em 6 de Maio de 2026

Adoecimento mental atinge 97% de servidores da Educação e 81% da Saúde

Entre os servidores da Educação e da Saúde no estado de São Paulo, o adoecimento mental já faz parte da rotina de trabalho. É o que aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (5/4) pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), pela qual 97,6% dos profissionais da educação e 81,1% da saúde associam o problema às condições de trabalho.


A pesquisa reúne respostas de trabalhadores de ambas as áreas no estado e mostra que, além do adoecimento m3ntal já relatado, há mudanças importantes na forma como o trabalho vem sendo organizado.


Na Educação, 97,6% dos entrevistados afirmam associar algum nível de s0frim3nto emOc10nal ao trabalho. Ja no setor da Saúde, o padrão também é elevado, ainda que em proporção menor: 81,1%. Entre os principais sintomas relatados pelos trabalhadores estão:
ans13d4de, síndrome do p4n1co, d3pr3ss4o e distúrbios do sono.


No recorte sobre saúde física, os dados mostram que o adoecimento também é amplamente associado as condições de trabalho em ambos os setores. Na Educação, 80,2% dos profissionais afirmam que os problemas de saúde estão ligados à rotina de trabalho, e 60,3% já precisaram se afastar em algum momento.


Entre os relatos, surge a percepção de um desgaste que se acumula com o tempo.
Na Saúde, esse mesmo padrão se repete, com 72,3% dos trabalhadores fazendo essa associação entre adoecimento físico e trabalho, além de 54,5% que relatam afastamentos.

 

 

Reprodução: Metrópoles

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